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Bru Fioreti

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7 tendências que vão influenciar seu trabalho em 2018

Bru Fioreti

24/10/2017 08h00

Ter equilíbrio entre as esferas pessoal e profissional. Buscar seu propósito de vida e empreender. Para isso, saber lidar com a tecnologia sem amarras e se promover nas redes sociais, usando a criatividade e, se possível, influenciando positivamente quem está ao redor. Na vida offline, criar experiências sensoriais, especiais, diferentes.

Tudo isso está conectado e tende a ganhar força no próximo ano. São tendências fortes que tendem a mexer com sua vida profissional.

1 – Empreendedorismo e busca por propósito

Bater ponto e trabalhar das 9h às 18h faz cada vez menos sentido, pelos altos custos para as empresas e para os profissionais interessados em conquistar aquele "algo mais", a motivação particular de fazer a diferença em alguma área de atuação.

A ascensão do coaching acompanha o movimento de busca por um propósito de vida e de aprender a fazer autogestão. A lógica é ser um empreendedor de si mesmo, ainda que não decida abrir um negócio. Chega de esperar plano de carreira da empresa e de depender do feedback da chefia para evoluir!

O profissional valorizado daqui em diante é proativo com sua carreira.

A busca por bem-estar no dia a dia é tendência. Pense no crescimento de meditação, ioga, alimentação saudável… (Foto: Pexels)

2 – Preocupação com qualidade de vida

Pense nas profissões e nos serviços ligados ao bem-estar, da alimentação leve e natural às terapias alternativas, da pintura como forma de cura ao mindfulness e às várias formas de meditação.

No que você faz é possível trazer esse approach? Como pode começar a trabalhar isso desde já?

E lembre-se de que o profissional que consegue ter equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional é mais bem-visto. Falar que é workaholic está muito fora de moda — ainda bem.

3 – Demanda crescente por TI

Por trás de todas as evoluções atuais está a tecnologia da informação. Sim, vivemos a mais gloriosa revolução dos nerds, e em 2018 os profissionais da área em suas várias esferas terão mais espaço, principalmente na análise de dados e diferentes aplicações da internet nas coisas.

4 – Valorização das experiências reais

Eventos que engajem as pessoas, tirem-nas de casa e da frente do computador e proporcionem experiências diferentes e marcantes. Pessoas capazes de criar isso e, claro, de colocar a estrutura toda de pé com o menor custo possível serão valorizadíssimas nas empresas, como contratadas, mas principalmente como prestadoras de serviços.

5 – Crescimento do marketing digital

Praticamente qualquer negócio passa pela necessidade de um bom plano de marketing digital. Some-se a isso a importância de tratar a si mesmo como uma marca e fazer seu próprio marketing.

Profissionais da área que mesclarem capacidade criativa, boa gestão de marketing e conhecimentos razoáveis de tecnologia de informação se diferenciarão daqueles que só pegaram carona na primeira onda sem conhecimentos técnicos.

E-learning, outra tendência fortíssima, é uma estratégia certeira de atualização.

6 – Diferenciação pela criatividade

Em tempos de plataformas de conversação em crescente evolução (leia-se robôs como interface com o consumidor) e automatização crescente, a criatividade e as capacidades genuinamente "humanas" começam a entrar em foco.

O que só você pode fazer, ou o que pode fazer melhor que uma máquina? Esta será a questão chave para começar a se fazer agora. Trabalhe suas habilidades criativas todos os dias para aumentar sua capacidade de resolver problemas, surpreender e inovar — ideias de como trabalhar a criatividade aqui.

7 – Diversidade e novos formadores de opinião

O movimento de dar espaço a todo tipo de pessoa, de comunicação, de movimento só está no começo. E com ele ascendem os microinfluenciadores e os formadores de opinião "avulsos", que abraçam causas que tenham a ver com suas comunidades, passam verdade, têm credibilidade e poder de convencimento dentro de um nicho.

Este é um lembrete tanto para você que está do lado das grandes empresas e do marketing digital quanto para você que tem potencial para se tornar um desses influenciadores. Há espaço para crescimento, sim, desde que seu nicho seja bem definido.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Sobre a autora

Bruna Fioreti é coach de vida e carreira, jornalista e consultora de branding pessoal e conteúdo. Ministra cursos e palestras sobre carreira, estilo, produtividade e temas femininos pelo Brasil - expertise desenvolvida em cinco anos como redatora-chefe da revista Glamour. Com MBA em Coaching em curso e seu projeto Manual de Você, realiza dezenas de atendimentos individuais e dissemina o conceito de #autocoaching nas redes sociais.

Sobre o blog

Dicas e reportagens sobre carreira, com foco nas mulheres que buscam satisfação, foco, produtividade e aprimoramento da imagem profissional. Um espaço para falar das tendências da área, que vai te ajudar a atingir a melhor performance da empresa chamada VOCÊ.